Monday, May 28, 2007
Parem para pensar. Pensem muito bem.
*smooooch*
Thursday, May 24, 2007
Respiro
Pronto, uma manhã atipicamente calma. A pessoa tem de ter uma vida, afinal.
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Bendita sejas tu, ó, frente fria gaúcha aportada no Poeirão. Acordar de madrugada com chuva e amanhecer num dia cinza, frio e ainda vir trabalhar com um cashmerezinho, aaaah...
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Num país fictício, uma puliça fictícia prende um sujeito fictício numa operação fictícia. Na véspera do interrogatório fictício, a esposa fictícia entrega para a advogada fictícia uma caixa da loja Ricardo's contendo camisa, calça e meias novas para o preso fictício estar apresentável no tribunal fictício. Contudo, na hora da audiência fictícia, o preso fictício aparece de roupa velha. No dia seguinte, com o preso fictício já solto, a advogada fictícia volta à sede da puliça fictícia para buscar seus pertences. Uma mala pequena e uma sacola são devolvidas como sendo tudo o que havia lá, period. Daí que podemos ficticiamente presumir que um puliça fictício foi tomar um chopp fictício depois do expediente na maior estica. Fictícia, é claro.
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Primeiro pelos impedimentos óbvios e segundo pela aridez do assunto, não vou falar muito sobre o perigo do momento que estamos vivendo. As pessoas comemoram, dizem que tem de pegar todo mundo mesmo, depois xingam que "a polícia prende e a justiça solta", e não percebem o monstro que estão cevando. Ontem de manhã o colunista grisalho e meio descompensado da TV já pedia mudanças na Constituição, que para ele contém um excesso de garantias aos acusados. Mudar a Constituição, vejam bem. Todos serem culpados até prova em contrário, Estado Policial, até os meus gatos sabem que isso não representa avanço nenhum. Tenho visto coisas em termos de arbítrio que em 14 anos de profissão me eram inéditas. E não estou falando de juiz novinho de primeira instância, o que é infinitamente mais grave. Não será por meio do vale-tudo investigativo que esse país infeliz vai entrar nos trilhos. Pelo contrário, a cada ilegalidade que o judiciário tem de reparar, a instabilidade só aumenta. E convenhamos, fazer operação para prender as pessoas que continuam e vão continuar compondo a base governamental, as pessoas que se engalfinham (e são ao final contempladas) por cargos nas estatais, os financiadores de todas as campanhas, e aos brados de que "nunca antes nesse país" etc., é um embuste tão grande que só mesmo sendo leitor da Vayja para acreditar.
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Eu queria também fazer um apelo a todos vocês que são almas crentes tementes a Deus que rezem muito por mim, porque se eu tiver de enfrentar isso tudo e ainda uma CPI sobre o mesmo assunto, eu pifo. Obrigada.
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Vendo de rabeira a invasão e a greve na USP, a única coisa que eu consegui pensar foi: como jovem é chato, pootaquepariu. Update: para variar, a minha irmã disse muito melhor.
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Cuidar da vida então, né? Papel para ler é o que não me falta. Câmbio e desligo.
Thursday, May 17, 2007
Apelo
Querida Polícia Federal, Venho de público pedir encarecidamente que os senhores continuem com seu valoroso trabalho, mas que estabeleçam intervalos maiores entre um show pirotéc..., ops, entre uma operação e outra, porque, como os senhores podem imaginar, eu gostaria de ter uma vida. Grata, Advogada Zonza.
Wednesday, May 09, 2007
Não falham, não falham nunca
O novo Secretário-Geral da CNBB, traído pelos desejos de sempre, afirmou que o "ficar", pelo senso do descartável, era conduta própria das garotas de programa, mas que hoje é um comportamento vivenciados pelAs adolescentes; os meninos apostariam com quantas ficariam numa mesma noite e no dia seguinte nem se lembrariam do nome delAs, que passariam a "não valer absolutamente nada".
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Eu tinha de parar de trabalhar feito uma louca por um momento para registrar comentário tão... tão... hum, fill in the blanks.
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